terça-feira, 8 de novembro de 2016

TAG: FINALIZANDO

O final de um filme é um dos momentos mais importantes da obra, senão o mais. Afinal, dependendo de como ele conclui, influencia bastante na definição deste longa ser de boa ou péssima qualidade. É a cereja do bolo, que pode alavancar o filme para um status de clássico da sétima arte, ou não. Sendo assim, o blog resolveu postar uma TAG que trata-se justamente deste quesito: os finais. Baseado em nove adjetivos, listei cada final de filme de acordo com cada um deles. O resultado da brincadeira começa a seguir, após as regras definidas:
 - Só pode um filme por final.
 - Não pode repetir um filme já citado.
 - Resolvi não apenas citar, mas também explicar o porque da minha escolha.
 - Lembrando que como se trata de um post que fala sobre finais de filmes, ele estará repleto de SPOILERS.


FINAL QUE EU ADOREI!

Django Livre (2012)


Eu adorei o final de "Django Livre" pois as cenas derradeiras do filme são estranhamente hilárias. Após se vingar daqueles que escravizaram sua amada Broomhilda, Django explode a mansão da fazenda Candyland. Em meio a fogo, destroços e fumaça, o cowboy se vira a Broomhilda, dá um belo e estranho sorriso, faz firulas com o seu cavalo, e sai da fazenda juntamente a sua amada, como se nada tivesse acontecido. Um final simplesmente genial!

domingo, 6 de novembro de 2016

SESSÃO SÁBADÃO - #25ª EDIÇÃO

Hoje é dia de Sessão Sábadão e lá vamos nós novamente analisar mais uma película da sétima arte. O filme assistido da vez foi a versão live action de mais um clássico da Disney: "The Jungle Book", conhecido no Brasil como "Mogli: O Menino Lobo". Dito isso, vamos á critica:


Mogli: O Menino Lobo - 2016

Elenco: Neel Sethi
Vozes Originais: Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Giancarlo Esposito, Lupita Nyong'o, Christopher Walken e Scarlett Johansson.
Vozes BR: Marcos Palmeira, Dan Stulbach, Thiago Lacerda, Júlia Lemmertz, Thiago Abravanel e Alinne Moraes.

Nota (0/10): 6,5
Dirigido pelo ator e cineasta Jon Favreau (o mesmo que dirigiu o primeiro e o segundo "Homem de Ferro"), "Mogli: O Menino Lobo" trata-se de uma versão live action da clássica animação de 1967 que levava o mesmo nome.
O enredo traz a história de um garoto que é abandonado na selva e criado por uma alcateia de lobos, porém é alvo da perseguição de um tigre que odeia humanos. Essa situação obriga Mogli a fugir para a aldeia de homens para salvar a sua vida. No caminho acaba se deparando com vários animais, entre eles, o bondoso e folgado urso Baloo.

PRÓS: A primeira coisa que nota-se em "Mogli", é a belíssima construção de mundo que o filme traz. O longa já inicia inserindo o telespectador nesse universo. A selva é tão real e tão bem feita, que em questão de segundos você já se encontra investido na história. Outro ponto forte dos efeitos especiais, são os animais. Todos eles estão em um ponto de veracidade tão grande, que a imponência de alguns chega a colocar medo até em quem assiste, como por exemplo, a cobra Kaa e o orangotango Louie.
O enredo tem suas falhas, e falaremos disso mais a frente, mas no contexto geral ele diverte e faz bem em não fugir totalmente da história contada pela animação dos anos 60. O roteiro acaba induzindo a quem assiste á ficar na torcida pelos personagens principais e aumenta a expectativa do embate final entre o protagonista e o vilão, no caso o tigre Shere Khan.
O filme faz referências a animação e pode cativar os mais nostálgicos (em especial a canção "The Bares Necessities", que é incluída na história de forma muito eficaz).
Por fim, a atuação de Neel Sethi interpretando Mogli não é digna de Oscar, mas também não compromete. Ele consegue expressar todas as emoções que seu personagem sofre na selva de maneira correta e simples.

quarta-feira, 2 de novembro de 2016

RANKING: OS 10 MELHORES FILMES DE AVENTURA DE TODOS OS TEMPOS

Não existe gênero no cinema que entretenha mais do que a aventura! E baseado nisso, o blog "Eu e o Cinema" resolveu listar os 10 melhores filmes já lançados neste segmento em toda a história do cinema.
Como ranking bom é aquele que tem critérios, mostro a seguir aqueles que foram necessários para formar a nossa lista:
- Foram listados apenas filmes que tem a aventura como seu gênero principal. Para exemplificar, longas como "Jurassic Park" é um filme de catástrofe com elementos de aventura. O mesmo pode-se dizer de "Senhor dos Anéis" que trata-se de um épico, e de "A História sem Fim" que é uma fantasia em primeiro lugar. Estes casos não foram considerados.
- Alguns filmes listados pertencem á franquias. Neste caso, só foi listado o melhor entre eles, para que o ranking ficasse mais interessante.
- Não foram listados animações. Afinal, trata-se de um gênero próprio.
- Apenas aventuras assistidas por esse blogger que vos fala.
- Ranking abalizado apenas na minha humilde opinião.
Bóra começar?!


10º) Querida, Encolhi as Crianças (1989)

Rick Moranis no nostálgico Querida, Encolhi as Crianças
Pra começar bem o nosso ranking, a décima posição é uma aventura que encantou algumas gerações, principalmente se ela nasceu entre o final dos anos 70 até meados dos anos 80. "Querida, Encolhi as Crianças" é daquele tipo de filme que eleva o nível de imaginação da criança que o assiste á um patamar quase que orgástico (eu sei que usar as palavras "crianças" e "orgástico" na mesma sentença não pega muito bem, mas é no bom sentido). Cenas como a formiguinha gigante e a mega bolacha recheada exemplificam bem a ideia.
Se engana quem pensa que trata-se de uma produção puramente infantil. Adultos tem diversão garantida neste divertidíssimo longa.



domingo, 30 de outubro de 2016

SESSÃO SÁBADÃO - #24ª EDIÇÃO

Hoje é dia de avaliar mais um filme na vigésima quarta edição da nossa Sessão Sábadão, tão amada e adorável! Dessa vez vamos de suspense... "Hush: A Morte Ouve" é o escolhido da vez! Então pare de roer as unhas e embarque em mais uma critica do "Eu e o Cinema".

Hush: A Morte Ouve - 2016

Elenco: Kate Siegel, John Gallagher Jr., Samantha Sloyan e Michael Trucco

Nota (0/10): 6
Lançado em 2016, "Hush: A Morte Ouve" é um filme de suspense dirigido pelo novato cineasta Mike Flanagan, e conta a história de Maddie. Uma escritora que perdeu a audição quando adolescente e reside isolada em uma casa no meio da floresta. Em uma noite, ela é atacada por um psicopata assassino, que a envolve em uma caçada pela vida.

PRÓS: Um filme de suspense que se preze, tem que passar tensão, aflição e temor pela vida dos personagens que estão na mira do perigo em questão. E isso, "Hush" faz muito bem! O fato da protagonista Maddie (interpretado de forma competente por Kate Siegel) ser surda eleva a angustia sentida pelo espectador a um patamar elevado.
A película contém um elenco bem pequeno em comparação a outras produções com essa mesma premissa, o que por um lado é bom, deixa o enredo direto e sem firulas, ou seja, existe um assassino e ele quer matar Maddie, simples assim!
Um outro ponto positivo de "Hush", é a preservação do realismo que ele traz. O filme tem poucos exageros no roteiro, e quando tem, é feito de forma completamente plausível. Esse realismo também humaniza o vilão, não na questão sentimental da coisa, mas na questão corruptível do mesmo. Não se trata de um assassino frio e calculista, que mata suas vítimas de forma cruel e flerta com a invencibilidade física. É possível detectar camadas no personagem, e isso também é muito interessante.

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

LET'S BURN IT!!! - MICHAEL BAY

Chegou a hora de vestirmos nossa carapuça "haterista" e limar as personalidades do cinema que fizeram de suas carreiras verdadeiras afrontas á sétima arte. O escolhido da vez é o diretor especialista em produções de ação pipoca e câmeras tremidas, o rei dos blockbusters ruins: Michael Bay!
Peguem suas tochas e foices, and let's burn it!


Michael Bay

Aos 51 anos de idade, Michael Bay é um cineasta conhecido pela sua carreira com um número vasto de filmes de ação e aventura, que tem nas explosões megalomaníacas o seu maior trunfo.
Nascido em Los Angeles, Bay estreou nos cinemas em 1995 com a comédia policial "Bad Boys" estrelado por Will Smith e Martin Lawrence. Mas foi com o explosivo "Armagedom" que o diretor alcançou sucesso em Hollywood e firmou a sua marca na sétima arte.
Apesar de ser controverso, Bay consegue fazer bons números nas bilheterias com o lançamento de suas produções.
Apesar da direção, o cineasta também produziu filmes como "Horror em Amityville" de 2005, "Eu Sou o Número Quatro" de 2011, "Tartarugas Ninjas" e "Ouija" de 2014. Todos eles com a mesma pegada que Michael Bay costuma fazer em seus filmes.



terça-feira, 25 de outubro de 2016

ELE É MAIS DO QUE VOCÊ PENSA!!! - STEVE BUSCEMI

Se você é aficionado por séries, certamente já deve ter visto o rostinho bonito de Steve Buscemi em outras ocasiões. Protagonista da bem sucedida "Boardwalk Empire" desde 2010, muitos por aí não sabem que o ator tem uma longa carreira nas telonas, que é consolidada por parcerias com gente muito importante do cinema, como Quentin Tarantino, Adam Sandler e os Irmãos Coen.
Se pra você, Steve Buscemi é só aquele cara que faz o mafiosão naquela série de TV, então relaxe e goze de todos os detalhes de mais uma matéria bacana aqui do blog "Eu e o Cinema".


domingo, 23 de outubro de 2016

SESSÃO SÁBADÃO - #23ª EDIÇÃO

Já que o blog de cinema mais amado do Brasil está de volta (eu pelo menos acho que seja), a Sessão Sabadão também não poderia deixar de ter o seu grande retorno. E a volta do quadro não poderia ser mais triunfal! Hoje iremos analisar a comédia alemã "Ele Está de Volta", lançado em 2015. 
Estava com saudades da Sessão mais amada do blog? Então prepare seus óculos, seu notebook, seu smart phone e sua Coca Cola e vamos a boa e velha analise abalizada do Eu e o Cinema!


Ele Está de Volta - 2015

Elenco: Oliver Masucci, Fabian Busch, Katja Riemann, Christoph Maria Herbst, Franziska Wulf e Gudrun Ritter

Nota (0/10): 9
Comédia baseada em um livro escrito por Timur Vermes, "Ele Está de Volta" foi realizado pelo diretor alemão David Wnendt e conta a história do retorno de Adolf Hitler, que acorda em um terreno baldio em Berlim, setenta e nove anos após sua morte. Ao interagir com a sociedade atual, ele causa estranheza e intrigas com o seu modo nazista de pensar, e devido a isso, é confundido como um comediante satírico e é levado a televisão, aonde acaba fazendo sucesso nas redes sociais. Nessa nova empreitada, Hitler vê uma ótima oportunidade pra voltar a política.

PRÓS: A premissa básica de "Ele Está de Volta" por si só, é original e audaciosa. E o filme consegue usar esses adjetivos ao seu favor. A comédia na película está inserida de diversas maneiras. Aqui temos elementos de comédia pastelão até as mais contidas, que estão incluídas em diálogos, referências e interpretações. Falando de interpretação, este é um outro ponto positivo do filme. Todos estão competentes em seus papéis, mas definitivamente, é Oliver Masucci quem rouba a cena. O seu Adolph Hitler é um dos mais semelhantes fisicamente ao original que eu já vi nos cinemas. Fora isso, o personagem tem presença, carisma e mesmo sem falar, consegue demonstrar imponência apenas com o olhar.
Uma outra coisa boa que o roteiro do filme faz com Adolph, é que ele não vilaniza sua figura gratuitamente. Isso acontece de forma gradativa conforme a perspectiva do telespectador. Sendo assim, Hitler se torna um personagem mais complexo do que apenas um ditador nazista e cruel (o que já é extremamente complexo).
O enredo é contado de forma trivial, tendo um início, meio e fim. Mas algumas cenas são rodadas como se fosse um documentário experimental com pessoas reais, que não sabem que se trata de um filme. Algumas reações realçam a moral do filme e te faz pensar sobre a sociedade atual e até aonde ela pode chegar se persuadida corretamente.... ou não!