sexta-feira, 17 de abril de 2015

TÍTULOS NACIONAIS QUE DERAM CERTO

É quase unânime. Não dá pra negar. Os títulos nacionais dos filmes estrangeiros (na esmagadora maioria das vezes) são extremamente ridículos!!! Exemplos não faltam dos fracassos que costumam ser essas adaptações. "Se Beber, Não Case", "A Noviça Rebelde", "Família do Bagulho" (o pior pra mim disparado) são só alguns dos exemplos de atrocidades que cometeram com o título original dos longas por aí. Mas se quando é ruim a gente mete o pau, quando é bom vale ressaltar, porque não?! Então entre mortos e feridos, resolvi listar alguns filmes (que na minha humilde opinião) receberam o nome adaptado melhor do que o título original. Vem comigo e vê se concorda.


Título Adaptado: "Esqueceram de Mim" (1990)

Título Original/ Traduzido: "Home Alone"/ "Sozinho em Casa"


Tudo bem, concordo que não ia doer se o nome do filme aqui no Brasil seguisse simplesmente a tradução do título original, afinal o personagem de Macaulay Culkin realmente se envolve em várias confusões sozinho dentro da própria casa. Mas convenhamos que o batismo que o filme recebeu em terras tupiniquins tenha sido mais marcante. O nome "Esqueceram de Mim" caiu bem aos ouvidos, pegou na boca do povo e faz jus ao que filme representa perfeitamente, provando que o título de um filme deve ser levado a sério e pode influenciar nas bilheterias do mesmo. Se acha que eu tô falando besteira, se imagine no cinema e em cartaz tem dois filmes que você nunca ouviu falar com os seguintes títulos: "Esqueceram de Mim" e "Sozinho em Casa". Qual te chamaria mais atenção??? Para de ser chato (a) e dê o braço a torcer que "Esqueceram de Mim" é um dos poucos casos que o nome dado no Brasil ficou mais legal do que o nome original.

domingo, 12 de abril de 2015

SESSÃO SÁBADÃO - #5ª EDIÇÃO

Domingão é de praxe... Dia de revelar os prós e contras do filme assistido na Sessão Sábadão. O escolhido da vez foi a comédia nacional lançada em 2013 chamada "Meu Passado me Condena - O Filme". O longa é baseado na série de televisão do canal fechado Multishow que leva o mesmo nome e que traz os mesmos atores principais interpretando os mesmos personagens. Vamos então a nossa crítica do dia...


Meu Passado me Condena - O Filme - 2013

Elenco: Fábio Porchat, Miá Mello, Alejandro Claveaux e Juliana Didone

Nota (0/10): 4
Primeiro filme dirigido pela cineasta Júlia Rezende, "Meu Passado me Condena - O Filme" conta a história de como o casal Fábio (Fábio Porchat) e Miá (Miá Mello) se conheceram, se casaram e passaram a sua lua de mel em um cruzeiro. Enquanto celebram sua repentina união, o casal se depara com os seus respectivos amores antigos e daí se baseia todo o enredo do filme.

PRÓS: Os pontos altos do filme basicamente estão na individualidade de cada ator e seu personagem. Primeiro exemplo é Fábio Porchat. Apesar do filme não exigir muito do ator, Porchat está super a vontade no papel dele mesmo e consegue fazer rir (mesmo que timidamente) na maioria das vezes que está em cena. Outro exemplo é o da própria Miá Mello, que não está tão engraçada quanto o parceiro de cena (talvez nem seja a ideia), mas consegue repetir no longa a mesma fluidez da química existente na série. Mas o ponto forte principal está no casal interpretado pelos atores Marcelo Valle e Inez Viana. Bem em cena, a dupla é de longe a coisa mais engraçada que tem no filme.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

RANKING: OS 10 MELHORES MOMENTOS DO MTV MOVIE AWARDS

Está marcada para o próximo dia 12, a edição 2015 da cerimônia mais despojada da sétima arte, o MTV Movie Awards. A premiação que é uma versão mais jovem e menos conceitual do Oscar, existe desde 1992 e costuma premiar os filmes que fizeram barulho nas bilheterias americanas e mundiais.
Quando eu era um jovem garoto, aspirante a cinéfilo e sem paciência para o Oscar, o MTV Movie Awards era a minha premiação favorita me dando a oportunidade de ter presenciado muita coisa bacana. Para homenagear essa cerimônia tão descolada que premia o "Melhor Beijo", a "Melhor Luta", o "Melhor Vilão" entre outras, resolvi ranquear os 10 momentos mais marcantes da história da premiação. Vamos a ela?!



terça-feira, 7 de abril de 2015

SEQUÊNCIA MELHOR QUE O ORIGINAL

Existem algumas regras que são fatídicas no mundo da sétima arte. Uma das mais determinantes, é a ideia que diz que a sequência sempre é inferior ao filme original. Exemplos para fortalecer essa regra não faltam: "Piratas do Caribe", "Uma Noite no Museu", "Se Beber, Não Case", "Transformers" (mentira, todos os filmes dessa franquia são ruins) e por aí vai. Porém, existem os longas que fogem a essa regra. Quando não se igualam em qualidade, conseguem ser até melhores que a produção que iniciou toda a franquia. São essas raridades que serão lembradas e analisadas neste post, sendo assim, vamos aos nossos heróis?!


O Exterminador do Futuro 2 (1991)

No dia em que eu completava 4 anos de idade, "O Exterminador do Futuro 2" seria lançado nos cinemas mundiais (e daí que foi no dia do meu aniversário). Porém o que ninguém esperava era o estrondoso sucesso que o filme faria, deixando o longa original no chinelo tanto no quesito bilheteria quanto (principalmente) no quesito de qualidade. "The Terminator 2: Judgment Day" (nome do filme sem tradução) é uma das melhores produções de ação e ficção científica de todos os tempos. Mesmo com Arnold Schwarzenegger tendo filmes como "Conan - O Bárbaro" e "Predador" no currículo, foi este filme quem o fixou como um dos maiores astros de ação do cinema. Naquele ano a produção foi estimada como a mais cara da história da sétima arte.
No que se refere a qualidade, "O Exterminador do Futuro 2" é repleto de cenas e frases icônicas (afinal, quem não se lembra do "hasta la vista, baby"?) e também tem um dos vilões mais temidos do cinema.
Dirigido pelo ótimo James Cameron, o segundo filme da franquia dá um banho no primeiro. Infelizmente não dá pra dizer o mesmo do terceiro filme, do quarto....

domingo, 5 de abril de 2015

SESSÃO SÁBADÃO - #4ª EDIÇÃO

Domingo de Páscoa é dia de visitar os parentes, tanto os mais próximos quanto os mais distantes, comer um chocolate, lembrar o propósito do dia que é a ressurreição de Cristo e por que não, curtir mais uma crítica super, duper, hiper abalizada da Sessão Sábadão no blog "Eu e o Cinema". O longa de hoje é a comédia catastrófica politicamente incorreta lançada em 2013: "É o Fim". Vamos a ela?!...


É o Fim - 2013

Elenco: James Franco, Seth Rogen, Jay Baruchel e Jonah Hill

Nota (0/10): 7,5
Primeiro filme dirigido pela dupla Evan Goldberg/Seth Rogen e segundo filme estrelado pela dupla James Franco/Seth Rogen traz um enredo no mínimo interessante. Em meio á uma festa na casa de James Franco, acontece o apocalipse e com ele todo o caos é estabelecido no planeta. Para se salvarem, os sobreviventes transformam a casa do ator em uma espécie de fortaleza.

PRÓS: A ideia do roteiro que se baseia nos atores interpretando eles mesmos é o frescor e é o que sustenta toda a história. É muito engraçado ver James Franco por exemplo, fazendo uma versão babaca e egocêntrica dele mesmo. Outra coisa que funciona é a química dos atores principais. Todos parecem estar bem a vontade, o que oferece ao filme muitas cenas e muitos diálogos simplesmente hilários. Outro ponto forte, são os efeitos especiais do longa que são incrivelmente bons e que chegaram até a me deixar surpreso com tamanha qualidade. 
"É o Fim" é repleto de participações especiais, a maioria delas são impagáveis e que contribuem para o bom andamento da história.

domingo, 29 de março de 2015

SESSÃO SÁBADÃO - #3ª EDIÇÃO

Domingão!!! Dia de descanso, macarronada da avó, partida de futebol e principalmente da Sessão Sábadão aqui no blog "Eu e o Cinema". 
O filme a ser destrinchado na sessão dessa semana, foi lançado no ano passado e fez grande barulho no meio cristão e protestante se tornando um dos maiores sucessos do cinema "gospel" nos últimos anos.
Independente de crenças e religiões, "Deus Não Está Morto" será analisado pelo o que ele é... Um filme...Sendo assim, vamos a nossa "super" análise!!!


Deus Não Está Morto - 2014

Elenco: Shane Harper, Kevin Sorbo, David A. R. White e Dean Cain

Nota (0/10): 5
Este filme dirigido pelo novato diretor Harold Cronk (conhecido no meio "gospel" pelo filme "Contagem Regressiva") tem como enredo base, o debate entre um estudante de direito cristão e um professor de filosofia ateu sobre a existência de Deus. Em torno desse enredo, muitas subtramas que envolvem questões religiosas são exploradas.

PRÓS: Independente da religião que se siga, a moral do filme é bacana, válida, pacifista e tocante. O grande ponto forte do longa, são os debates protagonizados pelo aluno (Shane Harper) e professor (Kevin Sorbo). É perceptivo que houve pesquisas e conhecimento de causa para os roteiristas promoverem tais conversações. Ambos os atores estão bem e parecem muito a vontade nos papéis. Se assistir o filme de mente e coração abertos pode-se tirar coisas bastante válidas desses debates. O filme tem bastante subtramas e algumas não deram certo (a gente chega lá), entretanto achei interessante a história que se passa com a família de origem afegã. Pra mim, essa trama foi bem conduzida pelos seus atores (tirando o menininho) e a torna bem realista diante da cultura religiosa desse povo. Também gostei do fato do filme, de uma certa forma, humanizar um dos líderes religiosos que serve sempre como uma válvula de escape para os demais personagens. 
Apesar de se tratar de um filme B, "Deus Não Está Morto" tem uma bela fotografia e uma edição competente até certo ponto.

quinta-feira, 26 de março de 2015

FILMES "ASSASSINOS"

Não, apesar do título (infame) este post não vai falar sobre os melhores filmes de serial killers do cinema, ou dos vilões mais assassinos, ou dos filmes de terror que mais matou gente (isso tudo pode vir a ser um post futuramente). Na verdade ele dissecará os filmes que "mataram" as carreiras mais promissoras do cinema. Lembra daquele ator ou atriz que você adorava e ele simplesmente sumiu?! Pois é... A chance de um filme ter "assassinado" a carreira dele é muito grande... Sendo assim, coloque seu colete a prova de balas e vamos as fichas dos meliantes (infâmia de novo)...



Assassino #Nº1

Vítima: Halle Berry

Acusado: Mulher-Gato (2004)

Halle como Mulher-Gato: Precisa falar mais???
Tudo corria perfeitamente bem na vida de Halle Berry. Ela era a atriz do momento, badalada, sexy, tinha acabado de ser bondgirl nas telonas e foi a primeira negra a receber o Oscar de "Melhor Atriz" na história da premiação. Até que um belo dia, apareceu na sua vida a oportunidade de interpretar a anti-heroína Mulher-Gato no filme que levaria o mesmo nome e traria a personagem como papel principal. Mal sabia Halle que aquele filme "assassinaria" a sua carreira que estava em uma crescente muito boa em Hollywood. "Mulher-Gato" que foi simplesmente espezinhado pela crítica popular e especializada, é recheado de cenas mal feitas e até mesmo constrangedoras (o que é aquela cena da Halle Berry brincando com uma bola de pelo???), sem contar o péssimo enredo que chega ser ilógico em vários momentos.
Mais de dez anos se passaram desde o lançamento do filme e Halle Berry nunca mais lançou alguma coisa de interessante de lá pra cá. Se a Mulher-Gato nunca conseguiu matar o Batman, sem duvida nenhuma conseguiu "matar" Halle Berry.