sábado, 13 de maio de 2017

TAG: DIA DAS MÃES

Amanhã é dia das mães, dia esse que foi escolhido para homenagear aquela pessoa que merece homenagens todo o santo dia. Para entrar na onda, este blogger que vos fala resolveu fazer uma tagzinha como forma de celebrar esta data importante, sendo assim perguntei para todas as mães que eu conheço e convivo quais são os melhores filmes de suas vidas. As respostas foram as seguintes...

O MELHOR FILME PARA A MÃE DOS MEUS FILHOS

PS: Eu te Amo (2007)



Palavras da Mãe: "Esse romance tem uma história muito original e lindamente conduzida. Além de emocionante, me identifiquei muito com os personagens porque suas personalidades são bastante parecidas com a nossa. Chorei demais e me marcou bastante."

sexta-feira, 12 de maio de 2017

RANKING: DIRETORES NOVATOS

A sétima arte é uma arte milenar e devido a isso ela se renova constantemente. Renovam-se atores, renovam-se as maneiras de se fazer cinema e renovam-se também os diretores e é justamente deles que vamos falar neste ranking. Com o passar dos tempos vimos Hitchcock, Coppola, Scorsese, Spike Lee, Tarantino, Irmãos Coen e Bigelow e tem se erguido uma nova safra atualmente. Em cima disso, o Eu e o Cinema resolveu listar os dez melhores nomes entre os cineastas da nova geração. Se eles vão continuar tão bons quanto parecem ser, só o tempo dirá, mas até lá a brincadeira tá valendo.
Antes de iniciar este ranking, vamos aos bons e velhos critérios que regeram a lista a seguir:
- Só foram listados diretores com 10 anos de carreira ou que lançaram seu primeiro filme de expressão de 2007 pra cá.
- Só foram listados diretores que tenham dois ou mais filmes no currículo.
- Ranking embasado exclusivamente na minha humilde e muitas vezes equivocada opinião.
Agora sim, vamos ao que interessa:


10º) Ruben Fleischer




Conhecido por sua edição frenética e uma fotografia animada que brinca com o lúdico, Ruben Fleischer tem 42 anos de idade e nasceu em Washington D.C. Antes de estrear nos cinemas, dirigiu diversas propagandas e alguns videoclipes de artistas como M.I.A e Dizzee Rascal. Estreou em Hollywood no ano de 2009 com o caótico e divertido "Zumbilândia" onde trabalhou com Jesse Einsenberg, com quem viria trabalhar mais uma vez. 
O roteiro de seus filmes são enervantes e os diálogos costumam ser leves e bem conduzidos. Seus personagens são pontualmente caricatos se encaixando na linha entre o excesso e o realista.

Filmes da carreira: "Zumbilândia" (2009), "30 Minutos ou Menos" (2011), "Caça aos Gângsters" (2013).
Melhor Filme: "Zumbilândia" (2009)

terça-feira, 9 de maio de 2017

COLETÂNEA: NATALIE PORTMAN

Por mais que não seja muito elegante revelar a idade de uma mulher, aqui a intenção é válida, pois no alto dos seus 35 anos Natalie Portman já fez muita coisa nos cinemas. Pode-se dizer que ela ainda é muito jovem para estrelar a Coletânea desse mês, pois sua filmografia provavelmente se estenderá muito mais, mas a verdade é que poucos atores dessa faixa etária tem uma carreira tão forte e poderosa quanto a da jovem atriz. Sendo assim, nada mais justo do que nomear os seus sete filmes mais importantes até então.



domingo, 7 de maio de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #55ª EDIÇÃO

Tradição é tradição e com ela não se brinca. Como acredito fielmente nessa sentença, estamos nós aqui em mais um domingo preparados para mais uma Sessão Sábadão, faça chuva ou faça sol...
O filme a ser analisado nessa edição de número 55, é o suspense "Corra!". Aproveitando o ensejo, vamos deixar de milongas e vamos correr para a nossa crítica... (triste trocadilho)

Corra! - 2017

Elenco: Daniel Kaluuya, Allison Williams, Catherine Keener, Bradley Whitford, Caleb Landry Jones, Beth Gabriel, Keith Stanfield, Lil Rel Howary, Marcus Henderson e Stephen Root.


SOBRE O FILME:
Primeiro filme dirigido por Jordan Peele, que tem vasta carreira como ator cômico trabalhando por muito tempo no programa televisivo MadTV, "Get Out" ou "Corra!" é um suspense com elementos de horror que conta a história de um rapaz negro que ao passar o final de semana na casa dos pais de sua namorada, começa a desconfiar que alguma coisa muito estranha está por trás daquela família.

PRÓS: A melhor forma que encontrei para começar a falar sobre "Corra!" está justamente na maneira gradativa que o filme estabelece o seu suspense. A inserção desse elemento encaixa pois ele mescla pequenas situações com acontecimentos mais angustiantes. Sendo assim, o espectador acaba sendo tragado pelas mesmas desconfianças e medos do protagonista deixando a atmosfera do longa cada vez mais densa conforme a história vai se desenrolando.(1,5)
Outro ponto bacana dessa película é o seu roteiro. Se no quesito enredo e conteúdo ele acaba se sobressaindo como um dos melhores do gênero nos últimos anos, a critica racial que ele faz também é muito interessante. Não se trata do racismo explícito ou segregado, mas sim daquele que eu costumo chamar de "racismo do bem", um preconceito carregado de "boas intenções" mas acaba ofendendo tanto quanto aquele que é mais direto. A maneira que o longa trabalha essa questão é muito bem feita.(2)
No quesito atuação todos estão devidamente corretos. Destaque para Catherine Keener que consegue passar todos os agravantes de sua personagem com gestos sutis, olhares acolhedores e postura branda, e para Daniel Kaluuya que passa carisma e terror em uma interpretação pontual.(1,5)
Um dos últimos filmes de suspense/horror que foi analisado na Sessão Sábadão (clique aqui pra saber qual foi) só não levou a primeira nota 10 da história do blog pois o seu ato final foi muito aquém do esperado. O mesmo não acontece aqui. Sem enrolações e sem cenas excedentes com momentos desnecessários, a conclusão de "Corra!" é feito de maneira direta, sintética e sem retornos. Uma revigorada para o gênero.(1)

segunda-feira, 1 de maio de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #54ª EDIÇÃO

Segundona com cara de domingo, e se tem cara de domingo nada mais propício para postar mais uma edição da Sessão Sábadão. Hoje vamos de "A Grande Muralha", filme lançado no final de 2016 mas chegou ao Brasil no início desse ano. Sendo assim, vamos ao que interessa: a análise...


A Grande Muralha - 2016

Elenco: Matt Damon, Jing Tian, Pedro Pascal, Willem Dafoe, Andy Lau e Lu Han.


SOBRE O FILME:
Com direção do chinês Zhang Yimou, "A Grande Muralha" acompanha a história de soldados britânicos que são capturados por um poderoso exército chinês responsável por proteger a Grande Muralha de seres misteriosos e sanguinários.

PRÓS: Uma das coisas mais positivas de "A Grande Muralha" é sem duvida sua fluidez. Mesmo tendo falhas como um roteiro meio capenga e momentos pouco inspirados, o desenvolvimento da história não se mostra amarrado e é capaz de prender a atenção do espectador, cativando interesse para os rumos que a história pode seguir até sua conclusão.(2)
No quesito atuação, nada de extraordinário a salientar. Vale dizer que todo o elenco entrega uma interpretação que se encaixa dentro daquilo que o filme pede. Negativamente, destaco os sotaques britânicos demonstrados por Matt Damon e Pedro Pascal, que quando não inexistentes foram feitos de maneira tão forçada que me lembrou uma novela global que se passa no Nordeste. No frigir dos ovos, a atuação acaba sendo algo positivo do longa.(0,5)
Outro ponto que demonstra positividade e negatividade são os efeitos especiais. Se são primorosos na construção de mundo e cenários, é bastante problemático na montagem dos seres monstruosos que lembravam mais personagens de video game do que monstros realistas. Se colocarmos tudo isso na sacola, o resultado é mais benevolente do que maleficente no resultado final.(1)

sexta-feira, 28 de abril de 2017

UM PERSONAGEM, VÁRIOS ATORES

O cinema é um mundo vasto e enorme aonde se pode vislumbrar as mais diferenciadas histórias e seus personagens únicos, porém, vira e mexe a sétima arte decide contar a mesma história, algumas vezes de maneira diferente, possibilitando um fenômeno corriqueiro: Dois (ou mais) atores diferentes interpretando o mesmo papel. Em cima disso é que basearemos o post de hoje. Independentemente se trata de uma pessoa que existiu ou alguém fictício, sempre existe exemplos dessa natureza. Sendo assim, vamos a eles:


Steve Jobs

(Noah Wyle - Ashton Kutcher - Michael Fassbender)



Começamos essa matéria citando um dos maiores gênios da tecnologia que esse mundo já teve. Se hoje vivemos abarrotados entre milhões de IPhones, IPads, IMacs e IPods (esse último nem tanto), devemos a Steve Jobs, o idealizador e fundador da Apple Inc que veio a falecer em 2011.
Conhecido não só pela sua genialidade, mas também pelo seu temperamento instável e anti-social (pra não chamar de outra coisa), Jobs recebeu três cinebiografias. Uma antes da sua morte e duas póstumas. Foram elas "Piratas da Informática" de 1999, "Jobs" de 2013 e "Steve Jobs" de 2015. O mais antigo trouxe o ator Noah Wyle no papel do empresário e não carrega a responsabilidade de homenagear sua figura assim como nos outros dois exemplos. Ele se preocupa em contar como a Apple e a Microsoft se tornaram duas megas empresas mundiais e devido a isso não poupa os altos e baixos de Jobs. O longa de 2013 teve o contestável Ashton Kutcher no papel principal e de todos os outros é o que mais tem semelhança física. Mas no quesito atuação, acabou fazendo jus as desconfianças que rondam seu nome, e o que era pra ser interpretação passou a impressão de pura imitação. Já em 2015, Michael Fassbender resolveu virar Steve Jobs e é o menos parecido com o seu personagem na vida real, mas acabou mostrando um ótimo trabalho, tanto que concorreu ao Oscar na categoria de "Melhor Ator" por conta desse filme. 

Quem foi melhor?: Como eu gostei mais de "Piratas da Informática", Noah Wyle conseguiu me passar toda a essência das características e da personalidade de Steve Jobs. Sendo assim, se tornou meu preferido.

domingo, 23 de abril de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #53ª EDIÇÃO

Mais um domingão pra iniciar a semana, mais uma "Sessão Sábadão" postada como manda o figurino. Hoje estamos na quinquagésima terceira edição e vamos analisar "Kong: A Ilha da Caveira", filme lançado neste ano e estrelado por Tom Hiddleston, Brie Larson e grande elenco. Preparado(a)? Então vamos ao que interessa...

Kong: A Ilha da Caveira - 2017

Elenco: Tom Hiddleston, Brie Larson, Samuel L. Jackson, John Goodman, John C. Reilly, Thomas Mann, Jason Mitchell, Shea Whigham, Corey Hawkins,Jing Tian, Toby Kebbell e John Ortiz.


SOBRE O FILME:
Dirigido pelo jovem Jordan Vogt-Roberts de apenas 32 anos, "Kong: A Ilha da Caveira" se passa em meados da década de 70 e acompanha um grupo formado por soldados, mercenários e cientistas, que resolvem desbravar a escondida e inabitada Ilha da Caveira. Chegando lá, se deparam com diversas criaturas desconhecidas, entre eles, um mastondôntico e perigoso gorila.

PRÓS: Nos dias de hoje, quanto mais um filme depende da computação gráfica ou dos efeitos especiais, menos ele se importa com o roteiro e sua trama. Felizmente, esse não é o caso de "Kong: A Ilha da Caveira". Logo no primeiro ato, já é possível perceber que o longa se preocupa em entregar uma história decente, pois a maneira que ele introduz a premissa e os seus personagens é feito de maneira bastante competente. Não existe pressa ou atropelo para deixar explícito a importância de cada um no roteiro. Mesmo deixando esse quesito bem esclarecido ao espectador, isso é feito de maneira bem sucinta.(2)
O bem tratar com a maioria dos personagens se estende por boa parte do filme, pois cada um dos que estão envolvidos na história principal tem o seu momento de brilhar e mostrar o porque de sua importância. Esse recurso é extremamente imersivo, pois possibilita a empatia ou antipatia por parte de quem está assistindo.(1)
Por falar em competência, esse adjetivo pode ser bem empregado as interpretações do elenco. Claro que se tratam de atuações um pouco afetadas devido ao clichê de personalidades que o longa pede. Sendo assim, temos o tenente sem escrúpulos, o soldado gente boa, o mocinho fodástico, a mocinha frágil mas com personalidade, o cientista ganancioso... todos eles estão presentes mas são representados corretamente por cada ator.(1)
Nos quesitos técnicos não há muito o que falar. Tanto o CGI, quanto a fotografia, figurino e maquiagem do filme, são bem feitas em cima daquilo que o filme pede. Um bom exemplo é o cabelo da personagem Brie Larson, que mesmo perdida no meio do nada e passando por diversas situações, acaba ganhando um aspecto selvagem/sexy para deixa-la bonita acima de qualquer coisa... O bom e velho clichê de volta.(1)