Já que estamos na semana do dia das crianças, resolvi postar um Ontem e Hoje homenageando um dos filmes mais importantes da minha infância: o divertidíssimo "Jumanji"... claro que me refiro ao longa lançado em 1995 e não ao remake de 2017 que ainda nem estreou nos cinemas, mas já desconsidero pacas.
Caso você tenha assistido á muito "Fantástico Mundo de Bobby" no Bom Dia & CIA e deixou seu tamagoshi morrer de fome várias vezes, entre nessa máquina do tempo e compare como estão estes antigos heróis da tua infância.
sexta-feira, 13 de outubro de 2017
domingo, 8 de outubro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #77ª EDIÇÃO
E lá vamos nós outra vez para mais uma Sessão Sábadão! Hoje vamos analisar o tenso suspense "Um Contratempo", introduzindo o cinema espanhol no nosso quadro semanal. Quer saber o que este blogger que vos fala achou deste filme? Então senta na poltrona e segue a leitura...
Um Contratempo - 2016
Elenco: Mario Casas, Ana Wagener, Bárbara Lennie, José Coronado, Francesc Orella e Iñigo Gastesi.
SOBRE O FILME:
Dirigido por Oriol Paulo, este longa espanhol traz uma trama de suspense que tem como personagem central a figura de Adrián Doria, um jovem empresário que tem sua vida virada de cabeça pra baixo quando sua amante é morta misteriosamente. Para provar sua inocência, ele contrata uma das melhores advogadas do ramo e juntos tentam descobrir o que realmente aconteceu naquela fatídica noite.
PRÓS: Vamos iniciar as críticas positivas por um quesito extremamente determinante para filmes que contém essa mesma premissa e narrativa: a atmosfera. Bem manipulada pelo diretor, a tensão e a injeção constante de uma nova informação ao enredo conseguem prender a atenção do espectador e são trabalhadas de maneira complementares.(1,5)
O roteiro de "Um Contratempo" é muito bem trabalhado, pois contém ótimos diálogos, uma estrutura minuciosa e bem desenvolvida que deixa pouco espaço para falhas e/ou furos na trama.(2)
No quesito interpretativo, temos um elenco estrondosamente inspirado. Se direcionarmos a análise exclusivamente ao quarteto principal, conseguimos extrair atuações densas, fortes e orgânicas que formam a identidade perfeita para seus respectivos personagens.(2)
Os quesitos técnicos não se sobressaem e nem carregam o filme nas costas, porém os efeitos gráficos e especiais funcionam muito bem quando requisitados e a fotografia é quase um recurso narrativo para contar a história.(1)
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
MUDANÇA DE SEXO
Atualmente vivemos em um tempo de pluralidades. Pluralidade de idéias, pluralidade racial, pluralidade religiosa e pluralidade de gêneros. Baseando-se nessa última questão citada, o blog "Eu e o Cinema" resolveu levantar as melhores "mudanças de sexo" da história da sétima arte. Aqui levaremos em consideração a qualidade e a veracidade das maquiagens e não o longa metragem em si, sendo assim, esqueça o disfarce dos irmãos Wayans em "As Branquelas" ou a Amanda Bynes se passando por um estudante em "Ela é o Cara". Aqui só vai rolar a nata cinematográfica das transformações. Vamos lá?
Tootsie (1982)
Dustin Hoffman como Dorothy Michaels
Caso não esteja reconhecendo essa pacata senhora na foto ao lado, saiba que se trata nada mais, nada menos do que o ator Dustin Hoffman travestido de Dorothy Michaels, a principal estrela do filme "Tootsie" de 1982.
Nessa aclamada comédia que acompanha um ator desempregado e de personalidade difícil que decide se passar por mulher para trabalhar em uma novela, tem em Hoffman uma atuação forte, mas ao mesmo tempo dócil e verossímil. Com um belo trabalho de maquiagem e de figurino que ajudaram na formação do personagem, o longa se mostrou socialmente relevante quando levantou questões como o machismo e a desigualdade de gênero (pra quem já assistiu a obra, sabe que o próprio título faz menção á essas questões).
Em uma entrevista para a AFI, o ator demonstrou o seu verdadeiro sentimento sobre fazer este filme e o que ele aprendeu com esse papel. (clique aqui para ver, pois vale a pena)
domingo, 1 de outubro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #76ª EDIÇÃO
Estamos no primeiro domingo de Outubro. Enquanto mais uma semana se inicia, o ano vai passando cada vez mais rápido. Então antes que 2017 acabe, vamos para mais uma edição da já tradicional Sessão Sábadão. O filme analisado de hoje, é o blockbuster "Homem-Aranha: De Volta ao Lar". Então vamos ao que interessa...
SOBRE O FILME:
Após os eventos acontecidos na guerra civil, o jovem Peter Parker espera uma nova oportunidade para se juntar aos Vingadores e demonstrar toda a sua capacidade como super herói. Até lá, ele precisa conciliar sua vida acadêmica com as responsabilidades de ser o Homem-Aranha.
O longa é dirigido por Jon Watts, cineasta conhecido por trabalhos como "Clow" de 2014 e "A Viatura" de 2015.
PRÓS: Um pré-requisito básico para filmes deste gênero, é que seus quesitos técnicos sejam minimamente perfeitos. É exatamente isso que acontece aqui. Com uma ótima fotografia, uma edição fluida, uma trilha sonora bacana e ótimos efeitos gráficos, neste ponto a produção não foge da regularidade de seus antecessores.(1)
No quesito atuação, nos deparamos com o melhor Homem-Aranha da sétima arte, tanto na fisicalidade quanto na sua personalidade. Além de ser o único que realmente se parece com um colegial, Tom Holland consegue montar um Peter Parker cômico e extrovertido, mas ao mesmo tempo desajeitado, inseguro e inexperiente. Estes pontos transformam sua atuação mais dosada e acessível, fugindo da interpretação mega introvertida de Tobey Maguire e dos constantes gracejos de Andrew Garfield. No mais, todos os outros atores estão corretos e funcionam muito bem.(1,5)
Isso nos leva a um outro assunto importante que permeia sobre o universo cinematográfico da Marvel sempre que um novo longa é lançado: a qualidade de seu vilão. No caso de "Homem-Aranha: De Volta ao Lar", Michael Keaton nos presenteia com o melhor antagonista desde Loki dos filmes "Thor" de 2011 e "Os Vingadores" de 2012. O ator injeta carisma e perversidade ao seu personagem no ponto certo.(1)
Mesmo tendo uma estrutura narrativa um tanto quanto familiar, o roteiro guarda pequenas surpresas na conclusão de algumas subtramas. Nada de inovador, mas pelo menos refrigera o gênero de filmes de heróis que estão com a fórmula cada vez mais saturada.(0,5)
Homem-Aranha: De Volta ao Lar - 2017
Elenco: Tom Holland, Michael Keaton, Jon Favreau, Robert Downey Jr., Marisa Tomei, Jacob Batalon, Laura Harrier, Zendaya e Toni Revolori.
Após os eventos acontecidos na guerra civil, o jovem Peter Parker espera uma nova oportunidade para se juntar aos Vingadores e demonstrar toda a sua capacidade como super herói. Até lá, ele precisa conciliar sua vida acadêmica com as responsabilidades de ser o Homem-Aranha.
O longa é dirigido por Jon Watts, cineasta conhecido por trabalhos como "Clow" de 2014 e "A Viatura" de 2015.
PRÓS: Um pré-requisito básico para filmes deste gênero, é que seus quesitos técnicos sejam minimamente perfeitos. É exatamente isso que acontece aqui. Com uma ótima fotografia, uma edição fluida, uma trilha sonora bacana e ótimos efeitos gráficos, neste ponto a produção não foge da regularidade de seus antecessores.(1)
No quesito atuação, nos deparamos com o melhor Homem-Aranha da sétima arte, tanto na fisicalidade quanto na sua personalidade. Além de ser o único que realmente se parece com um colegial, Tom Holland consegue montar um Peter Parker cômico e extrovertido, mas ao mesmo tempo desajeitado, inseguro e inexperiente. Estes pontos transformam sua atuação mais dosada e acessível, fugindo da interpretação mega introvertida de Tobey Maguire e dos constantes gracejos de Andrew Garfield. No mais, todos os outros atores estão corretos e funcionam muito bem.(1,5)
Isso nos leva a um outro assunto importante que permeia sobre o universo cinematográfico da Marvel sempre que um novo longa é lançado: a qualidade de seu vilão. No caso de "Homem-Aranha: De Volta ao Lar", Michael Keaton nos presenteia com o melhor antagonista desde Loki dos filmes "Thor" de 2011 e "Os Vingadores" de 2012. O ator injeta carisma e perversidade ao seu personagem no ponto certo.(1)
Mesmo tendo uma estrutura narrativa um tanto quanto familiar, o roteiro guarda pequenas surpresas na conclusão de algumas subtramas. Nada de inovador, mas pelo menos refrigera o gênero de filmes de heróis que estão com a fórmula cada vez mais saturada.(0,5)
quarta-feira, 27 de setembro de 2017
COLETÂNEA: STEVE CARELL
Conhecido como um dos melhores comediantes de Hollywood da última década, é impossível encontrar alguém que não curta pelo menos um dos trabalhos de Steve Carell. Versátil e extremamente talentoso, o ator não só brilhou nas comédias como surpreendeu quando decidiu sair da sua zona de conforto e arrebentar em papéis mais dramáticos. Desta maneira, nada mais justo do que garimpar os melhores trabalhos de sua filmografia e postar mais uma coletânea.
domingo, 24 de setembro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #75ª EDIÇÃO
Fim de domingo e olha a gente aí outra vez! Sessão Sábadão na área com mais um longa para ser analisado. Hoje vamos de mais uma produção original da Netflix, o drama bélico "First They Killed My Father" que entrou recentemente no catálogo do site. Quer saber o que este blogger que vos fala achou deste filme? Então segue a leitura...
First They Killed My Father - 2017
Elenco: Sareum Srey Moch, Kompheak Phoeung, Sveng Socheata, Chenda Run, Dara Heng, Kimhak Mun e Tharoth Sam.
SOBRE O FILME:
Quarto longa da filmografia de Angelina Jolie como diretora, "First They Killed My Father" é uma obra original da Netflix e acompanha a história de Long Ung, uma garotinha cambojana que no alto dos seus cinco anos presencia o regime comunista do Khmer Vermelho controlar o seu país, forçando moradores as suas doutrinas e iniciando desta maneira, uma sanguinária guerra civil que pode lhe custar sua própria vida e os de seus familiares. Baseado em uma história real.
PRÓS: Vamos iniciar as citações positivas dessa produção por um ponto que chama atenção logo de cara e se sustenta durante o filme inteiro: seus quesitos técnicos. Ele se sobressai não só pela sua bela fotografia e pela competente construção de época (já que a história se passa no Camboja em meados da década de 70), mas é possível notar suas virtudes na sua edição bem desenhada, no intenso e realista trabalho de maquiagem, nas boas sequências de guerra que não fazem feio para nenhuma outra obra deste gênero, e o interessante jogo de câmera que mostram toda a evolução de Angelina Jolie como cineasta desde o primeiro longa que dirigiu em 2011.(1,5)
No quesito interpretativo não há o que salientar negativamente, mas o destaque vai todo para a jovem Sareum Srey Moch que interpreta a protagonista. Não se trata de uma das 10 melhores atuações infantis de todos os tempos, pois faltou injetar mais emoção ou mais veracidade em alguns pontos cruciais do filme, mas no geral ela se sai muito bem. Não há muitos diálogos e nem muitos excessos, é uma construção de personagem moldada a base de olhares e pequenos gestos que expressam todo o medo, a pureza, a tristeza, a esperança e até mesmo a raiva de maneira muito coerente.(1,5)
O roteiro de "First They Killed My Father" é essencialmente bom, pois desenvolve bem sua premissa, trabalha os sentimentos fraternais de seus personagens sem cair constantemente na pieguice e ganha corpo e pujança no seu ato final.(1,5)
domingo, 17 de setembro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #74ª EDIÇÃO
Mais uma vez a Sessão Sábadão invade seu domingo para iniciar mais uma semana com o pé direito. O filme da vez é o intenso e repleto de adrenalina "Baby Driver" (que no Brasil recebeu o péssimo nome de "Em Ritmo de Fuga" concorrendo como a pior adaptação de título em 2017). Quer saber qual foi as impressões deste blogger que vos fala em relação a este filme? Então pegue seus fones de ouvido, coloca "Easy" do The Commodores no talo e vamos ao que interessa...
SOBRE O FILME:
Dirigido pelo cineasta e roteirista Edgar Wright (o mesmo que dirigiu os divertidíssimos "Todo Mundo Quase Morto" de 2004, "Scott Pilgrim Contra o Mundo" de 2010 e "Heróis da Ressaca" de 2013), "Em Ritmo de Fuga" conta a história de Baby, um jovem motorista aficionado por música, que presta seus serviços como piloto de fuga para os trabalhos de Doc, um criminoso influente. Desejando se livrar de tudo isso, ele conhece a garçonete Debora, tendo nela sua grande esperança de redenção e liberdade, mas antes precisa realizar a sua última missão.
PRÓS: O elemento principal do filme é o seu ponto forte. As sequências de ação que contém perseguição automobilísticas, fuga e tiroteio são envolventes e muito bem trabalhadas. A produção se preocupa em manter essas cenas repletas de adrenalina sem deixar de lado o realismo. Claro que se tratam de manobras extremamente difíceis de serem executadas mas nunca impossíveis. Isso fortalece o teor das cenas.(2)
Isso nos leva a outro ponto positivo do longa: os quesitos técnicos. Os efeitos especiais, a fotografia, a ótima edição e a trilha sonora se tornam recursos que se misturam e se completam constantemente, trabalhando a narrativa de forma muito dinâmica.(2)
"Em Ritmo de Fuga" é um daqueles que filmes que a interpretação não é um fator predominante desde que não seja feita de maneira muito ruim. Este justamente é o caso aqui. Dentro de uma linha de atuação generalizada que se distribui entre o mocinho, a mocinha e o vilão (ou os vilões), todo mundo do elenco consegue se sair satisfatoriamente bem. Não consigo destacar ninguém acima ou abaixo da média nesse quesito, apenas funcionais.(1)
Em Ritmo de Fuga - 2017
Elenco: Ansel Elgort, Kevin Spacey, Lily James, Jammie Foxx, Jon Hamm, Eiza González, CJ Jones, Jon Bernthal, Lanny Joon e Flea.
Dirigido pelo cineasta e roteirista Edgar Wright (o mesmo que dirigiu os divertidíssimos "Todo Mundo Quase Morto" de 2004, "Scott Pilgrim Contra o Mundo" de 2010 e "Heróis da Ressaca" de 2013), "Em Ritmo de Fuga" conta a história de Baby, um jovem motorista aficionado por música, que presta seus serviços como piloto de fuga para os trabalhos de Doc, um criminoso influente. Desejando se livrar de tudo isso, ele conhece a garçonete Debora, tendo nela sua grande esperança de redenção e liberdade, mas antes precisa realizar a sua última missão.
PRÓS: O elemento principal do filme é o seu ponto forte. As sequências de ação que contém perseguição automobilísticas, fuga e tiroteio são envolventes e muito bem trabalhadas. A produção se preocupa em manter essas cenas repletas de adrenalina sem deixar de lado o realismo. Claro que se tratam de manobras extremamente difíceis de serem executadas mas nunca impossíveis. Isso fortalece o teor das cenas.(2)
Isso nos leva a outro ponto positivo do longa: os quesitos técnicos. Os efeitos especiais, a fotografia, a ótima edição e a trilha sonora se tornam recursos que se misturam e se completam constantemente, trabalhando a narrativa de forma muito dinâmica.(2)
"Em Ritmo de Fuga" é um daqueles que filmes que a interpretação não é um fator predominante desde que não seja feita de maneira muito ruim. Este justamente é o caso aqui. Dentro de uma linha de atuação generalizada que se distribui entre o mocinho, a mocinha e o vilão (ou os vilões), todo mundo do elenco consegue se sair satisfatoriamente bem. Não consigo destacar ninguém acima ou abaixo da média nesse quesito, apenas funcionais.(1)
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