Um dos primeiros posts da história desse blog tão ousado e alegre, era um no qual eu mencionava alguns filmes que eu adoraria fazer se eu fosse um renomado produtor/diretor fodão de Hollywood. Um dos exemplos que citei naquele momento, seria a produção de um longa que contasse a história de Fernando Collor de Melo, até então, o único presidente a ter sofrido impeachment na história da política brasileira. Baseado nesse post antigo, resolvi me aprofundar melhor no assunto e brincar um pouco mais com a ideia.
Claro que um filme dessa estirpe não seria possível nos dias de hoje, principalmente por se tratar de um acontecimento recente que pode ir contra nomes poderosos da política até os dias de hoje. Dito isso, vamos brincar...
sábado, 19 de novembro de 2016
terça-feira, 15 de novembro de 2016
FILMES QUE RESUMEM OS ANOS 90
Se você tem entre 25 á 30 anos assim como eu, provavelmente tenha vivido sua infância em meio á todas as belezas e maravilhas da épica década de 90. "Banheira do Gugu", "TV Colosso", "O Fantástico Mundo de Bobby", Ayrton Senna, Romário, Plano Real, entre outras coisas que foram embalados ao som de "Macarena" ou "Na Boquinha da Garrafa".
Se tivermos mais coisas em comum, aquela época foi quando você começou a dar os seus primeiros e inexperientes passos para se tornar o amante do cinema de hoje. E quais filmes resumem esse tempo tão nostálgico, e porque não, caótico?
Se você não se lembra o que de importante aconteceu na sétima arte nos longínquos anos 90, pega sua pipoca e seu super tazo, e deixa que o "Eu e o Cinema" faz o resto.
Se tivermos mais coisas em comum, aquela época foi quando você começou a dar os seus primeiros e inexperientes passos para se tornar o amante do cinema de hoje. E quais filmes resumem esse tempo tão nostálgico, e porque não, caótico?
Se você não se lembra o que de importante aconteceu na sétima arte nos longínquos anos 90, pega sua pipoca e seu super tazo, e deixa que o "Eu e o Cinema" faz o resto.
domingo, 13 de novembro de 2016
SESSÃO SÁBADÃO - #26ª EDIÇÃO
Tá na hora de destrinchar mais um filme aqui na "Sessão Sábadão". E o escolhido da vez, é a comédia policial "Dois Caras Legais", lançado nesse ano de 2016. Pegue sua calça boca de sino, seu casaco com brilhantinas e seu black power com pentinho de madeira, e se liga na mais nova crítica deste blog tão amado.
Dois Caras Legais - 2016
Elenco: Russell Crowe, Ryan Gosling, Angourie Rice, Margaret Qualley, Matthew Bomer e Kim Basinger
Nota (0/10): 4,5
Dirigido por Shane Black, conhecido por ser o roteirista do primeiro "Máquina Mortífera" e do regular "Despertar de Um Pesadelo", o filme se passa na década de 70, e conta a história de dois detetives que se juntam para investigar o sumiço de Amelia (Margaret Qualley), que é filha de uma importante funcionária de Departamento de Justiça dos Estados Unidos, e que pode ter relação com a morte de uma famosa pornstar da época.
PRÓS: Uma coisa boa pode se dizer de "Dois Caras Legais" logo de cara: Russell Crowe e Ryan Gosling são o que há de melhor no filme. A dupla protagonista tem química e conseguem dar a vitalidade necessária ao seus personagens. Porém não é suficiente pra salvar o longa, mas como ainda estamos falando dos prós, a gente comenta sobre isso depois.
Um outro ponto bacana de se levar em consideração é o enredo, que mesmo não sendo muito amarrado e um tanto quanto inconstante, consegue ser engenhoso e ter uma estrutura dinâmica que não cansa o espectador, mesmo que ele não esteja gostando do que está vendo.
As cenas de ação são muito bem conduzidas e extremamente bem feitas, se tornando um outro ponto positivo do longa.
terça-feira, 8 de novembro de 2016
TAG: FINALIZANDO
O final de um filme é um dos momentos mais importantes da obra, senão o mais. Afinal, dependendo de como ele conclui, influencia bastante na definição deste longa ser de boa ou péssima qualidade. É a cereja do bolo, que pode alavancar o filme para um status de clássico da sétima arte, ou não. Sendo assim, o blog resolveu postar uma TAG que trata-se justamente deste quesito: os finais. Baseado em nove adjetivos, listei cada final de filme de acordo com cada um deles. O resultado da brincadeira começa a seguir, após as regras definidas:
- Só pode um filme por final.
- Não pode repetir um filme já citado.
- Resolvi não apenas citar, mas também explicar o porque da minha escolha.
- Lembrando que como se trata de um post que fala sobre finais de filmes, ele estará repleto de SPOILERS.
Eu adorei o final de "Django Livre" pois as cenas derradeiras do filme são estranhamente hilárias. Após se vingar daqueles que escravizaram sua amada Broomhilda, Django explode a mansão da fazenda Candyland. Em meio a fogo, destroços e fumaça, o cowboy se vira a Broomhilda, dá um belo e estranho sorriso, faz firulas com o seu cavalo, e sai da fazenda juntamente a sua amada, como se nada tivesse acontecido. Um final simplesmente genial!
- Não pode repetir um filme já citado.
- Resolvi não apenas citar, mas também explicar o porque da minha escolha.
- Lembrando que como se trata de um post que fala sobre finais de filmes, ele estará repleto de SPOILERS.
FINAL QUE EU ADOREI!
Django Livre (2012)
domingo, 6 de novembro de 2016
SESSÃO SÁBADÃO - #25ª EDIÇÃO
Hoje é dia de Sessão Sábadão e lá vamos nós novamente analisar mais uma película da sétima arte. O filme assistido da vez foi a versão live action de mais um clássico da Disney: "The Jungle Book", conhecido no Brasil como "Mogli: O Menino Lobo". Dito isso, vamos á critica:
Elenco: Neel Sethi
Mogli: O Menino Lobo - 2016
Elenco: Neel Sethi
Vozes Originais: Bill Murray, Ben Kingsley, Idris Elba, Giancarlo Esposito, Lupita Nyong'o, Christopher Walken e Scarlett Johansson.
Vozes BR: Marcos Palmeira, Dan Stulbach, Thiago Lacerda, Júlia Lemmertz, Thiago Abravanel e Alinne Moraes.
Nota (0/10): 6,5
Dirigido pelo ator e cineasta Jon Favreau (o mesmo que dirigiu o primeiro e o segundo "Homem de Ferro"), "Mogli: O Menino Lobo" trata-se de uma versão live action da clássica animação de 1967 que levava o mesmo nome.
O enredo traz a história de um garoto que é abandonado na selva e criado por uma alcateia de lobos, porém é alvo da perseguição de um tigre que odeia humanos. Essa situação obriga Mogli a fugir para a aldeia de homens para salvar a sua vida. No caminho acaba se deparando com vários animais, entre eles, o bondoso e folgado urso Baloo.
PRÓS: A primeira coisa que nota-se em "Mogli", é a belíssima construção de mundo que o filme traz. O longa já inicia inserindo o telespectador nesse universo. A selva é tão real e tão bem feita, que em questão de segundos você já se encontra investido na história. Outro ponto forte dos efeitos especiais, são os animais. Todos eles estão em um ponto de veracidade tão grande, que a imponência de alguns chega a colocar medo até em quem assiste, como por exemplo, a cobra Kaa e o orangotango Louie.
O enredo tem suas falhas, e falaremos disso mais a frente, mas no contexto geral ele diverte e faz bem em não fugir totalmente da história contada pela animação dos anos 60. O roteiro acaba induzindo a quem assiste á ficar na torcida pelos personagens principais e aumenta a expectativa do embate final entre o protagonista e o vilão, no caso o tigre Shere Khan.
O filme faz referências a animação e pode cativar os mais nostálgicos (em especial a canção "The Bares Necessities", que é incluída na história de forma muito eficaz).
Por fim, a atuação de Neel Sethi interpretando Mogli não é digna de Oscar, mas também não compromete. Ele consegue expressar todas as emoções que seu personagem sofre na selva de maneira correta e simples.
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
RANKING: OS 10 MELHORES FILMES DE AVENTURA DE TODOS OS TEMPOS
Não existe gênero no cinema que entretenha mais do que a aventura! E baseado nisso, o blog "Eu e o Cinema" resolveu listar os 10 melhores filmes já lançados neste segmento em toda a história do cinema.
Como ranking bom é aquele que tem critérios, mostro a seguir aqueles que foram necessários para formar a nossa lista:
- Foram listados apenas filmes que tem a aventura como seu gênero principal. Para exemplificar, longas como "Jurassic Park" é um filme de catástrofe com elementos de aventura. O mesmo pode-se dizer de "Senhor dos Anéis" que trata-se de um épico, e de "A História sem Fim" que é uma fantasia em primeiro lugar. Estes casos não foram considerados.
- Alguns filmes listados pertencem á franquias. Neste caso, só foi listado o melhor entre eles, para que o ranking ficasse mais interessante.
- Não foram listados animações. Afinal, trata-se de um gênero próprio.
- Apenas aventuras assistidas por esse blogger que vos fala.
- Ranking abalizado apenas na minha humilde opinião.
Bóra começar?!
Pra começar bem o nosso ranking, a décima posição é uma aventura que encantou algumas gerações, principalmente se ela nasceu entre o final dos anos 70 até meados dos anos 80. "Querida, Encolhi as Crianças" é daquele tipo de filme que eleva o nível de imaginação da criança que o assiste á um patamar quase que orgástico (eu sei que usar as palavras "crianças" e "orgástico" na mesma sentença não pega muito bem, mas é no bom sentido). Cenas como a formiguinha gigante e a mega bolacha recheada exemplificam bem a ideia.
Como ranking bom é aquele que tem critérios, mostro a seguir aqueles que foram necessários para formar a nossa lista:
- Foram listados apenas filmes que tem a aventura como seu gênero principal. Para exemplificar, longas como "Jurassic Park" é um filme de catástrofe com elementos de aventura. O mesmo pode-se dizer de "Senhor dos Anéis" que trata-se de um épico, e de "A História sem Fim" que é uma fantasia em primeiro lugar. Estes casos não foram considerados.
- Alguns filmes listados pertencem á franquias. Neste caso, só foi listado o melhor entre eles, para que o ranking ficasse mais interessante.
- Não foram listados animações. Afinal, trata-se de um gênero próprio.
- Apenas aventuras assistidas por esse blogger que vos fala.
- Ranking abalizado apenas na minha humilde opinião.
Bóra começar?!
10º) Querida, Encolhi as Crianças (1989)
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| Rick Moranis no nostálgico Querida, Encolhi as Crianças |
Se engana quem pensa que trata-se de uma produção puramente infantil. Adultos tem diversão garantida neste divertidíssimo longa.
domingo, 30 de outubro de 2016
SESSÃO SÁBADÃO - #24ª EDIÇÃO
Hoje é dia de avaliar mais um filme na vigésima quarta edição da nossa Sessão Sábadão, tão amada e adorável! Dessa vez vamos de suspense... "Hush: A Morte Ouve" é o escolhido da vez! Então pare de roer as unhas e embarque em mais uma critica do "Eu e o Cinema".
Hush: A Morte Ouve - 2016
Elenco: Kate Siegel, John Gallagher Jr., Samantha Sloyan e Michael Trucco
Nota (0/10): 6
Lançado em 2016, "Hush: A Morte Ouve" é um filme de suspense dirigido pelo novato cineasta Mike Flanagan, e conta a história de Maddie. Uma escritora que perdeu a audição quando adolescente e reside isolada em uma casa no meio da floresta. Em uma noite, ela é atacada por um psicopata assassino, que a envolve em uma caçada pela vida.
PRÓS: Um filme de suspense que se preze, tem que passar tensão, aflição e temor pela vida dos personagens que estão na mira do perigo em questão. E isso, "Hush" faz muito bem! O fato da protagonista Maddie (interpretado de forma competente por Kate Siegel) ser surda eleva a angustia sentida pelo espectador a um patamar elevado.
A película contém um elenco bem pequeno em comparação a outras produções com essa mesma premissa, o que por um lado é bom, deixa o enredo direto e sem firulas, ou seja, existe um assassino e ele quer matar Maddie, simples assim!
Um outro ponto positivo de "Hush", é a preservação do realismo que ele traz. O filme tem poucos exageros no roteiro, e quando tem, é feito de forma completamente plausível. Esse realismo também humaniza o vilão, não na questão sentimental da coisa, mas na questão corruptível do mesmo. Não se trata de um assassino frio e calculista, que mata suas vítimas de forma cruel e flerta com a invencibilidade física. É possível detectar camadas no personagem, e isso também é muito interessante.
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