quinta-feira, 13 de julho de 2017

RANKING: OS 10 MELHORES FILMES DE ROCK DE TODOS OS TEMPOS

Graças a Cristiane Torloni, podemos usufruir de uma das frases que melhor define este dia que comemora um dos gêneros mais amados da música: Hoje é dia de rock bebê! E para celebrar esta tão amada data, o "Eu e o Cinema" resolveu listar os 10 melhores filmes que melhor enaltecem o bom e velho rock and roll. E para começarmos de fato, vai a seguir a lista de critérios que segui para montar esse tão abalizado ranking:
- Só foram nomeados filmes aonde o rock se faz completamente presente na trama, seja ele o ponto determinante do longa ou o principal plano de fundo aonde a história acontece.
- Só foram listados filmes que eu assisti.
- Ranking embasado exclusivamente na minha humilde e questionável opinião.
Critérios listados, hora do som pauleira começar....


10º) A Fera do Rock (1989)


Dennis Quaid em A Fera do Rock: Great Balls of Fire!

Abrindo o nosso ranking da forma mais rock and roll possível, nada melhor do que "A Fera do Rock", longa biográfico que conta a história de Jerry Lee Lewis, um dos principais nomes do gênero musical entre as décadas de 50 e 60. Não trata-se de uma obra perfeita e sem erros, mas é explosivo, energético e é uma homenagem, não apenas ao seu personagem principal, como é uma ode a toda a cultura roqueira daquela época.

domingo, 9 de julho de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #64ª EDIÇÃO

Domingão, mais uma Sessão Sábadão na área e hoje estamos europeus. O filme escolhido para receber a nossa tão abalizada análise é o francês "Demain Tout Commence", que aqui no Brasil recebeu o título de "Uma Família de Dois". Dito isso, não tem mais nada a acrescentar que você ainda não saiba. Prepare seus óculos de leitura e seu chocolate quente e vamos ao que interessa...


Uma Família de Dois - 2016

Elenco: Omar Sy, Gloria Colston, Clémence Poesy, Antoine Bertrand, Ashley Walters e Clémentine Célarié


SOBRE O FILME:
Remake de "Não Aceitamos Devoluções", longa de maior bilheteria da história do México, "Uma Família de Dois" é uma comédia dramática dirigida por Hugo Gélin e conta a história de Samuel, um solteirão despreocupado que descobre de uma hora pra outra que tem uma filha recém nascida. Após essa descoberta, ele acaba readaptando sua vida para se tornar um pai de fato, mas a vinda repentina da mãe pode estremecer o laço criado entre eles.
O filme foi originalmente lançado em 2016, mas chegou aos cinemas brasileiros no finalzinho do mês passado.

PRÓS: Uma coisa já possa ser dita logo de cara sobre "Uma Família de Dois": Omar Sy carrega o filme nas costas. Carismático, engraçado e com uma forte presença, o ator injeta personalidade na dosagem certa pra compor seu personagem. Isso acaba refletindo muito na relação e na química entre Samuel e sua filha Gloria, interpretada por Gloria Colston, que por sua vez dá uma atuação que oscila entre o correto e o problemático, sorte que foi conduzida pela experiência do protagonista.(1)
No quesito comédia, o humor do filme não é um dos mais afiados e inspirados da história do cinema, mas é agradável e funciona na maioria das vezes. Poderia ser mais efetivo se não perdesse sua sutileza e não apelasse para o repetitivo, mas é possível dar boas risadas ao acompanhar a trama.(1)
Na parte técnica, nada faltando e nada sobrando. O longa tem uma boa edição e uma boa fotografia, mas o destaque vai para a sua empolgante trilha sonora.(0,5)
A estrutura narrativa de "Uma Família de Dois" está longe de ser perfeita e a história que seu roteiro conta não é original e já foi feito antes de maneira bem melhor (vide a obra que originou esse remake). Pelo menos é notável o esforço em fugir dos clichês do gênero e entregar uma história um pouco mais surpreendente do que o esperado.(1,5)

sábado, 8 de julho de 2017

HOLLYWOOD EM DÉCADAS - COMEDIANTES

Quadro novinho em folha no blog "Eu e o Cinema"!!! Hoje estreamos a sessão Hollywood em Décadas, aonde viajaremos pela história do cinema revisitando seus pontos mais determinantes desde os anos longínquos até os dias de hoje. Essa viagem vai ser embasada em um tema em cada edição. O tema de estréia são os comediantes que reinaram absolutos nos dias antigos até os dias atuais separando-os década por década. Pegou a idéia? Caso não tenha entendido é só seguir a leitura que jajá você pega o fio da meada. Preparados... Então vamos lá!


Década de 50

Marilyn Monroe


Sim, eu sei, nossa viagem já começou polêmica. Mas antes de explicar o porque dessa escolha nada usual, vale lembrar de grandes comediantes que já reinavam ou tinham reinado em Hollywood em décadas passadas como Buster Keaton, Groucho Marx, Harold Lloyd e Charles Chaplin.
Com a chegada da década de 50 muitos comediantes começaram a se destacar nos cinemas, mas ninguém brilhou mais forte no gênero do que a musa Marilyn Monroe. Não, a atriz não era uma comediante nata e nunca foi lembrada por seus personagens hilários, mas a maioria das melhores comédias lançadas naquela época foram protagonizadas por Marilyn: "Os Homens Preferem as Loiras" de 1953, "O Pecado Mora ao Lado" de 1955 e "Quanto Mais Quente Melhor" de 1959 se tornaram clássicos cinematográficos e justificam a escolha da beldade como a comediante de mais destaque da década de 50.


quarta-feira, 5 de julho de 2017

FILMES ESTRANGEIROS QUE SE PASSAM NO BRASIL

Pergunte para um estrangeiro o que ele pensa sobre o Brasil. A chance dele responder que aqui é o país do futebol, do carnaval e das bundas é muito grande. Sorte que alguns olharam para cá com um ponto de vista mais favorável, por acaso eram cineastas e isso acabou resultando em diversos filmes feitos por lá, mas se passaram por aqui. E é justamente sobre isso que falaremos nessa matéria especial, citando exemplos de filmes que não são brasileiros, mas tem as nossa terras como pano de fundo de suas histórias. Preparado? Então bora...


Velozes e Furiosos 5: Operação Rio (2011)



Quinto filme da franquia mais longínqua sobre corridas e perseguições automobilísticas que não respeitam a lei da gravidade, "Five Fast" (no original) tem seu enredo localizado no Brasil, mais precisamente na cidade do Rio de Janeiro. Dom Toretto e sua gangue fogem para terras tupiniquins aonde devem completar a sua última missão antes de conseguirem sua liberdade definitiva. Este longa foi um dos mais elogiados da saga "Velozes e Furiosos" pois mudou o seu foco narrativo e contou com a primeira participação do sempre carismático Dwayne Johnson no seu elenco.

terça-feira, 4 de julho de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #63ª EDIÇÃO

Não importa se atrasamos, mas sim se quitamos a dívida! Seguindo essa ideia, o blog "Eu e o Cinema" fará dessa semana uma das mais produtivas da nossa história para recompensar todo esse tempo de marasmo que passamos. Pra iniciar os trabalhos vamos com a sexagésima terceira edição da nossa Sessão Sábadão. "Vida" é o longa analisado da vez. Então apertem os cintos, preparem seus óculos para leitura que essa semana promete.

Vida - 2017

Elenco: Jake Gyllenhaal, Rebecca Ferguson, Ryan Reynolds, Hiroyuki Sanada, Ariyon Bakare e Olga Dihovichnaya


SOBRE O FILME:
Enviados em uma missão, seis astronautas conseguem capturar um resquício de vida inteligente em Marte. Entretanto, esse experimento pode se tornar extremamente perigoso para a vida dos tripulantes envolvidos.
"Vida" foi dirigido pelo cineasta Daniel Espinosa, conhecido por longas como "Protegendo o Inimigo" de 2012 e "Crimes Ocultos" de 2015.

PRÓS: Uma das primeiras coisas que já me chamou atenção nesse filme, foi a maneira que ele encontrou para trabalhar seus personagens. Foi muito revigorante ver que mesmo com um elenco encabeçado por estrelas do naipe de Jake Gyllenhaal e Ryan Reynolds, cada um dos seis tripulantes acabam recebendo um cuidado especial por parte do roteiro dando a eles o seu momento de brilhar. Esse recurso acaba inserindo o espectador na história, cativando empatia do público para com todos os personagens envolvidos.(1,5)
Uma outra coisa que esse recurso faz, mesmo que por tabela, é a falta de apego do roteiro por esses mesmos personagens. O longa basicamente não tem dó de ninguém. Dessa maneira, o espectador pode se surpreender com quem pode morrer ou sair vivo dessa missão. Não há favoritos e nem presas fáceis, todos ali estão submetidos ao mesmo perigo e isso aumenta o nível de tensão do enredo.(1,5)
A partir do momento que o ser marciano começa a se estabelecer na trama, o fator suspense do filme vai crescendo gradativamente e de maneira bem trabalhada. O medo e a angústia se tornam cada vez mais palpáveis e se tornam elementos indispensáveis para a obra.(1,5)
No quesito atuação, todos estão bens e operantes. Se concentrando no trio protagonista, Jake Gyllenhaal e Rebecca Ferguson são os que injetam mais peso e mais camadas em suas atuações, enquanto Ryan Reynolds vai se distanciando cada vez mais de suas interpretações unidimensionais, injetando carisma, humor e tensão na dose certa.(0,5)
Por fim, os quesitos técnicos tornam-se mais um ponto positivo em "Vida". A belíssima fotografia, a edição competente, uma trilha sonora correta e a computação gráfica excepcional ajudam a formar a identidade do filme.(1)

domingo, 25 de junho de 2017

SESSÃO SÁBADÃO - #62ª EDIÇÃO

Mais uma semana se inicia e a nossa tradição deve continuar. Hoje tem a sexagésima segunda edição da Sessão Sábadão. O filme da vez é o minimamente estranho "Colossal", longa que mistura comédia, ficção científica, drama e um pouquinho de suspense. Dito isso, vamos para o que interessa...


Colossal - 2017

Elenco: Anne Hathaway, Jason Sudeikis, Dan Stevens, Austin Stowell e Tim Blake Nelson


SOBRE O FILME:
Dirigido pelo cineasta espanhol Nacho Vigalondo, "Colossal" acompanha a história de Gloria, uma mulher que perde seu noivado devido ao seu péssimo histórico comportamental e decide voltar a terra onde nasceu e cresceu. Lá, ela descobre que tem um vínculo sobrenatural e simultâneo com um monstro que está atacando a cidade de Seul no Japão.

PRÓS: A premissa principal de "Colossal" é estranho e original. Justamente por isso, que decidi iniciar as citações positivas desse longa por este quesito, que acaba sendo seu maior trunfo. A estrutura narrativa do seu roteiro é muito bem desenvolvida e consegue transitar por variados gêneros com muita fluidez. A maneira como vai da ficção científica para a comédia, passeando pelo drama e até mesmo pelo suspense e horror psicológico é funcional.(2)
Para que uma história como essa obtenha sucesso, é necessário que os atores que irão carregar a obra nas costas, entendam a essência da bagunça e da bizarrice onde seus personagens estão inseridos. E isso acontece com o casal protagonista desse filme. O principal destaque é Anne Hathaway. Entregando uma atuação em cima da risca, a atriz brilha nos derivados gêneros com extrema facilidade, sem extrapolar e pesar a mão na sua performance. Já o personagem de Jason Sudeikis tem um desenvolvimento muito bem construído, possibilitando o ator a mostrar facetas que divergem daquele Jason Sudeikis que já estamos acostumados nas comédias politicamente incorretas.(1,5)
Toda ficção científica que se preze tem que ter ao menos efeitos gráficos e especiais que beiram a perfeição. Nesse quesito, "Colossal" não chega a ser um "Star Wars" ou um "Star Trek", mas tem um CGI (computação gráfica) operante e muito efetivo.(1)


terça-feira, 20 de junho de 2017

COLETÂNEA: RODRIGO SANTORO

Muitas palavras podem resumir a pessoa de Rodrigo Santoro... Talentoso, puta intérprete, um mártir da tv e do cinema brasileiro, estrela hollywoodiana, entre tantos outros. Justamente por isso, o "Eu e o Cinema" resolveu montar a primeira coletânea tupiniquim do blog e escalar os sete filmes mais importantes da carreira do ator. Curtiu a ideia, então segue a leitura...