Últimos dias para 2017 chegar ao fim e as máquinas estarão á todo vapor aqui no blog "Eu e o Cinema". E para iniciar os trabalhos pré-reveillón, nada melhor do que a coletânea derradeira deste ano que se vai. Sendo assim, para fechar o quadro com chave de ouro, listaremos os sete filmes mais importantes da carreira de um dos atores mais importantes da sétima arte: o magnífico Denzel Washington! Curtiu? Então segue a leitura para conhecer um pouco mais desse grande nome dos cinemas...
quinta-feira, 28 de dezembro de 2017
segunda-feira, 25 de dezembro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #88ª EDIÇÃO
Antes de mais nada, este blogger que vos fala gostaria de desejar um feliz natal para você, caro amigo e amiga internauta que ama o cinema e sempre passa por aqui deixando sua visualização. Como um singelo mas sincero presente de Natal, teremos a octogésima oitava edição da Sessão Sábadão. Dessa vez, analisaremos uma das produções Netflix mais esperadas do ano: "Bright", ação de ficção científica protagonizado por Will Smith e Joel Edgerton. Sendo assim, vamos ao que interessa e um feliz natal!
SOBRE O FILME:
Dirigido por David Ayer (mesmo diretor de "Corações de Ferro" de 2014 e "Esquadrão Suicida" de 2016), "Bright" se passa em um mundo utópico ou distópico povoado por humanos, orcs, elfos, fadas e afins, e acompanha dois policiais de raças distintas que precisam proteger a única testemunha de um crime envolvendo uma varinha mágica de poderes fenomenais.
O longa é uma produção original Netflix e foi inserido no catálogo do site no último dia 22.
PRÓS: Um dos principais chamariz de público da produção é a presença do astro hollywoodiano Will Smith no elenco como um dos protagonistas do longa. E toda a expectativa criada em cima do ator é suprida devido a uma atuação pontual e competente. Will Smith compreende o seu papel e entrega uma personalidade pragmática bastante condizente ao seu personagem. O mesmo pode ser dito sobre Joel Edgerton, que mesmo coberto por uma pesada maquiagem consegue extrair sentimentos muito verdadeiros em sua interpretação. Vale ressaltar a química entre os dois que funciona bastante tanto nos diálogos, nos momentos de ação e até mesmo no humor implícito do roteiro.(1)
Falando em maquiagem, isso nos leva a um outro ponto positivo do longa: os quesitos técnicos. Fora esse ótimo recurso, a obra contém uma bela fotografia, uma edição muito bem montada, bons efeitos especiais e incríveis efeitos gráficos e visuais.(0,5)
"Bright" tem um problema sério de contextualização e construção de mundo (falaremos disso mais tarde), mesmo assim ele consegue transitar dentro da sua própria bagunça encontrando fluidez e dinamismo na maneira que desenrola o seu enredo.(1)
A partir do primeiro tiroteio do filme a ação não para mais. Com sequencias de ação que trazem ótimas cenas de perseguição, cenas de luta, todas envolvidas por muitos tiros e explosões, o longa recebe bastante dose de adrenalina e acaba se tornando uma experiência divertida ao espectador.(1)
O roteiro contém uma crítica social sobre racismo e até chega a explorar esse assunto em alguns momentos, mas isso é dito de forma vaga e pouco satisfatória. Mesmo assim, o registro é válido.(0.5)
Bright - 2017
Elenco: Will Smith, Joel Edgerton, Lucy Fry, Noomi Rapace, Edgar Ramirez, Alex Meraz e Ike Barinholtz.
Dirigido por David Ayer (mesmo diretor de "Corações de Ferro" de 2014 e "Esquadrão Suicida" de 2016), "Bright" se passa em um mundo utópico ou distópico povoado por humanos, orcs, elfos, fadas e afins, e acompanha dois policiais de raças distintas que precisam proteger a única testemunha de um crime envolvendo uma varinha mágica de poderes fenomenais.
O longa é uma produção original Netflix e foi inserido no catálogo do site no último dia 22.
PRÓS: Um dos principais chamariz de público da produção é a presença do astro hollywoodiano Will Smith no elenco como um dos protagonistas do longa. E toda a expectativa criada em cima do ator é suprida devido a uma atuação pontual e competente. Will Smith compreende o seu papel e entrega uma personalidade pragmática bastante condizente ao seu personagem. O mesmo pode ser dito sobre Joel Edgerton, que mesmo coberto por uma pesada maquiagem consegue extrair sentimentos muito verdadeiros em sua interpretação. Vale ressaltar a química entre os dois que funciona bastante tanto nos diálogos, nos momentos de ação e até mesmo no humor implícito do roteiro.(1)
Falando em maquiagem, isso nos leva a um outro ponto positivo do longa: os quesitos técnicos. Fora esse ótimo recurso, a obra contém uma bela fotografia, uma edição muito bem montada, bons efeitos especiais e incríveis efeitos gráficos e visuais.(0,5)
"Bright" tem um problema sério de contextualização e construção de mundo (falaremos disso mais tarde), mesmo assim ele consegue transitar dentro da sua própria bagunça encontrando fluidez e dinamismo na maneira que desenrola o seu enredo.(1)
A partir do primeiro tiroteio do filme a ação não para mais. Com sequencias de ação que trazem ótimas cenas de perseguição, cenas de luta, todas envolvidas por muitos tiros e explosões, o longa recebe bastante dose de adrenalina e acaba se tornando uma experiência divertida ao espectador.(1)
O roteiro contém uma crítica social sobre racismo e até chega a explorar esse assunto em alguns momentos, mas isso é dito de forma vaga e pouco satisfatória. Mesmo assim, o registro é válido.(0.5)
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
APOSENTADOS DO CINEMA
Atuar é um emprego digno como qualquer outro do mundo. A grande diferença é que trata-se de uma ocupação atemporal, sem data para se retirar do ofício. Mesmo assim, alguns atores e atrizes desistem, se desiludem ou simplesmente enchem o saco de trabalhar com cinema e se aposentam da profissão. Pensando nisso, o blog resolveu listar alguns nomes que deixaram de exercer o dom da atuação e seguiram suas vidas de outras maneiras. Dito isso, vamos aos nomes...
Daniel Day-Lewis
Vamos iniciar essa matéria citando a baixa mais recente dentre os astros de cinema que resolveram se despedir das telonas e talvez, a mais dolorosa de todas as despedidas que aqui serão citadas: Daniel Day-Lewis. Nomeado por muitos como o melhor ator da história da sétima arte, Day-Lewis recebeu três estatuetas douradas ao longo dos anos por suas brilhantes atuações. Extremamente metódico e imersivo, o dom da interpretação ganhou um novo sentido depois de suas talentosas performances.
Entre tantas obras primas que formam sua cinematografia, é possível citar grandes clássicos como "O Meu Pé Esquerdo" de 1989, "O Último dos Moicanos" de 1992, "Em Nome do Pai" de 1993, "Gangues de Nova York" de 2003 e "Sangue Negro" de 2007.
Acometido por uma vontade súbita de se aposentar, Day-Lewis entrará em cartaz brevemente com o drama "Trama Fantasma" encerrando então, uma das carreiras mais brilhantes de Hollywood.
domingo, 17 de dezembro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #87ª EDIÇÃO
Faltam exatamente oito dias para o Natal e a gente tá como? Mais do que prontos para postar mais uma edição da Sessão Sábadão. Hoje completamos a marca de oitenta e sete edições analisando "Detroit em Rebelião", o longa mais recente da sempre ótima cineasta Kathryn Bigelow. Então segue o texto e boa leitura!
SOBRE O FILME:
Baseado nos relatos verídicos que aconteceram na rebelião civil que tomou conta da cidade de Detroit por cinco dias no ano de 1967, o filme foca sua trama no intenso incidente do Motel Angiers aonde pessoas inocentes foram encurraladas, torturadas e assassinadas pela polícia local.
"Detroit" (no original) foi dirigido por Kathryn Bigelow, aclamada cineasta e vencedora do Oscar que já tem uma COLETÂNEA aqui no blog dedicada aos seus melhores trabalhos.
PRÓS: Tratando-se de um filme baseado em fatos reais, "Detroit em Rebelião" faz um excelente trabalho histórico que funciona não apenas como narrativa, mas também como contextualização da trama. Esse recurso insere o espectador na história de maneira mais profunda.(1)
Seu roteiro claramente trata sobre questões de segregação racial e contém uma crítica social bem estabelecida aqui. Mesmo assim, ele não se utiliza de facilitações para passar sua mensagem simplesmente vilanizando a polícia e todos os seus personagens brancos, tão pouco santificando todos os personagens negros. Existem nuances que fortalecem a história injetando realismo e genuinidade ao longa.(1,5)
Os quesitos técnicos são ótimos! É possível citar a sua bela fotografia, sua edição dinâmica e pontual, a competente construção de época e a perfeição dos figurinos e maquiagens.(1)
No quesito atuação, a qualidade varia de satisfatórias para estrondosas. Ninguém está mal aqui! O destaque vai para as interpretações de John Boyega (que consegue passar indignação e até mesmo impotência se utilizando de expressões simples e quase estáticas), Algee Smith (que demonstra muitas camadas em uma atuação que junta charme, sagacidade, medo e ódio em um personagem só) e Will Polter (que poderia concorrer ao Oscar de "Melhor Ator Coadjuvante" por este papel).(1)
Detroit em Rebelião - 2017
Elenco: Algee Smith, Jacob Latimore, John Boyega, Will Poulter, Anthony Mackie, Hannah Murray, Kaitlyn Dever, Jack Reynor, Ben O'Toole, Jason Mitchell e John Krasinski.
Baseado nos relatos verídicos que aconteceram na rebelião civil que tomou conta da cidade de Detroit por cinco dias no ano de 1967, o filme foca sua trama no intenso incidente do Motel Angiers aonde pessoas inocentes foram encurraladas, torturadas e assassinadas pela polícia local.
"Detroit" (no original) foi dirigido por Kathryn Bigelow, aclamada cineasta e vencedora do Oscar que já tem uma COLETÂNEA aqui no blog dedicada aos seus melhores trabalhos.
PRÓS: Tratando-se de um filme baseado em fatos reais, "Detroit em Rebelião" faz um excelente trabalho histórico que funciona não apenas como narrativa, mas também como contextualização da trama. Esse recurso insere o espectador na história de maneira mais profunda.(1)
Seu roteiro claramente trata sobre questões de segregação racial e contém uma crítica social bem estabelecida aqui. Mesmo assim, ele não se utiliza de facilitações para passar sua mensagem simplesmente vilanizando a polícia e todos os seus personagens brancos, tão pouco santificando todos os personagens negros. Existem nuances que fortalecem a história injetando realismo e genuinidade ao longa.(1,5)
Os quesitos técnicos são ótimos! É possível citar a sua bela fotografia, sua edição dinâmica e pontual, a competente construção de época e a perfeição dos figurinos e maquiagens.(1)
No quesito atuação, a qualidade varia de satisfatórias para estrondosas. Ninguém está mal aqui! O destaque vai para as interpretações de John Boyega (que consegue passar indignação e até mesmo impotência se utilizando de expressões simples e quase estáticas), Algee Smith (que demonstra muitas camadas em uma atuação que junta charme, sagacidade, medo e ódio em um personagem só) e Will Polter (que poderia concorrer ao Oscar de "Melhor Ator Coadjuvante" por este papel).(1)
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
FALECIDOS EM 2017
Entra ano e sai ano, muitas pessoas nascem e tantas outras se vão. Assim como todos os segmentos da vida, a sétima arte não é isenta a este acontecimento natural da vida. Como forma de homenagear esses grandes nomes do cinema, o blog resolveu relembrá-los destacando o melhor trabalho de suas carreiras. Vamos lá?
Jerry Lewis
O Professor Aloprado (1963)
Nomeado por muitos como o melhor comediante da história da sétima arte, Jerry Lewis formou uma das carreiras mais consistentes do gênero cinematográfico. Trazendo um humor dinâmico e com uma forte pegada física e expressiva, o ator se tornou um fenômeno em meados dos anos 60 e 70. Entre seus filmes mais conhecidos podemos citar obras como "O Otário" de 1964, "Uma Família Fuleira" de 1965 e "Boeing Boeing" também daquele ano. Fora da sua zona de conforto, o ator brilhou no ótimo drama "O Rei da Comédia" de 1983, mas seu principal trabalho é a comédia "O Professor Aloprado" de 1963. Neste longa, Lewis interpretou dois personagens: o cientista maluco Julius Kelp e o sedutor Buddy Love, uma espécie de alter-ego científico. Seu sucesso foi tão grande, que acabou ganhando uma refilmagem 33 anos depois desta vez protagonizado por Eddie Murphy e produzido pelo próprio Jerry Lewis.
Faleceu no dia 20 de Agosto aos 91 anos de idade.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
HOLLYWOOD EM DÉCADAS - SUPER HERÓIS
Filmes de heróis se tornaram indispensáveis nos dias atuais. Donos das maiores bilheterias dos últimos anos, as obras deste gênero são os carros chefes dos estúdios cinematográficos. Mas se engana aquele que pensa que filmes de heróis são uma novidade em Hollywood, já que na realidade esse segmento existe há muito tempo na história da sétima arte. Sendo assim, estamos aqui mais uma vez para te levar a esta viagem cinematográfica.
Década de 50
Superman and the Mole Men
O primeiro longa metragem da história da sétima arte a levar o nome de um super herói no seu título foi a obra "Superman and the Mole Man" de 1951. O filme não foi um marco e nem responsável por fortalecer o gênero nos cinemas, mas deu início ao famoso seriado do homem de ferro que faria muito sucesso nos anos posteriores e foi estrelado por George Reeves, mesmo intérprete do Super Homem neste longa.
A bilheteria desta obra não foi um mega sucesso, muito menos comparado com os dias de hoje, tanto que esta película acabou sendo esquecida pelo grande público com o passar dos anos, se tornando apenas um artigo pouco valioso de museu.
domingo, 10 de dezembro de 2017
SESSÃO SÁBADÃO - #86ª EDIÇÃO
É verdade, essa semana foi outra daquelas bem pouco produtivas aqui no blog, mas estamos aqui novamente apostos em mais um domingão para postar a mais nova edição da minha, da sua, da nossa Sessão Sábadão. E para comemorar a chegada de uma nova semana com mais posts (se Deus quiser), vamos analisar o longa bélico "Dunkirk". Então sem mais delongas, vamos ao que interessa...
SOBRE O FILME:
Situado na França no ano de 1940, o longa traz a história de um enorme grupo de soldados belgas, franceses e britânicos que ao se encontrarem encurralados pelos alemães na praia de Dunquerque, lutam pela sua sobrevivência enquanto esperam pelo milagre de um resgate.
Trata-se do filme mais recente do aclamado diretor Christopher Nolan desde o lançamento da ficção científica "Interestelar" de 2014.
PRÓS: Vamos iniciar os pontos positivos de "Dunkirk" pelos seus espetaculares quesitos técnicos. Dono de uma belíssima fotografia, uma edição muito bem montada e com efeitos sonoros e especiais simplesmente incríveis, a obra apenas escorrega na sua trilha sonora que também é muito boa, mas as vezes é expansiva e acaba criptografando algumas situações.(1,5)
Já no quesito interpretativo, nenhuma falha. Com um elenco afiado que conta com nomes como Tom Hardy, Mark Rylance, Kenneth Branagh, Cillian Murphy, entre outros, todos tem o seu momento para brilhar e conseguem transpassar com muita veracidade todos os sentimentos que cabem aos seus respectivos personagens, seja ele o medo, a angústia, a dúvida, o desespero, a bravura, o patriotismo e a solidariedade.(1,5)
Apesar de conter poucos diálogos, a maioria deles funcionam muito bem e acertam em cheio a mensagem que deveria ser passada naquele determinado momento.(1)
"Dunkirk" opta por não mergulhar no lado visceral e sanguinolento da guerra assim como fez outras obras do gênero como "Platoon" de 1986, "O Resgate do Soldado Ryan" de 1998 e até mesmo o mais recente "Até o Último Homem" de 2016. A narrativa prefere investir na questão mais estratégica e sentimental da coisa. Mesmo assim, o longa consegue transmitir toda a tensão e terror necessário para se construir um filme bélico de respeito.(1,5)
Dunkirk - 2017
Elenco: Fionn Whitehead, Aneurin Barnard, Harry Styles, Mark Rylance, Cillian Murphy, Barry Keoghan, Tom Glynn-Carney, Tom Hardy e Kenneth Branagh.
Situado na França no ano de 1940, o longa traz a história de um enorme grupo de soldados belgas, franceses e britânicos que ao se encontrarem encurralados pelos alemães na praia de Dunquerque, lutam pela sua sobrevivência enquanto esperam pelo milagre de um resgate.
Trata-se do filme mais recente do aclamado diretor Christopher Nolan desde o lançamento da ficção científica "Interestelar" de 2014.
PRÓS: Vamos iniciar os pontos positivos de "Dunkirk" pelos seus espetaculares quesitos técnicos. Dono de uma belíssima fotografia, uma edição muito bem montada e com efeitos sonoros e especiais simplesmente incríveis, a obra apenas escorrega na sua trilha sonora que também é muito boa, mas as vezes é expansiva e acaba criptografando algumas situações.(1,5)
Já no quesito interpretativo, nenhuma falha. Com um elenco afiado que conta com nomes como Tom Hardy, Mark Rylance, Kenneth Branagh, Cillian Murphy, entre outros, todos tem o seu momento para brilhar e conseguem transpassar com muita veracidade todos os sentimentos que cabem aos seus respectivos personagens, seja ele o medo, a angústia, a dúvida, o desespero, a bravura, o patriotismo e a solidariedade.(1,5)
Apesar de conter poucos diálogos, a maioria deles funcionam muito bem e acertam em cheio a mensagem que deveria ser passada naquele determinado momento.(1)
"Dunkirk" opta por não mergulhar no lado visceral e sanguinolento da guerra assim como fez outras obras do gênero como "Platoon" de 1986, "O Resgate do Soldado Ryan" de 1998 e até mesmo o mais recente "Até o Último Homem" de 2016. A narrativa prefere investir na questão mais estratégica e sentimental da coisa. Mesmo assim, o longa consegue transmitir toda a tensão e terror necessário para se construir um filme bélico de respeito.(1,5)
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